Depressão e tristeza: qual a diferença?

“Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste” (Rubem Alves).

É isso, tristeza faz parte da vida, é um sentimento como a alegria, o medo, a felicidade. Fico triste quando alguém que amo morre ou fica doente, quando perco um emprego, quando um amor se desfaz...


Portanto, não existe tratamento para a tristeza, porque tristeza não é doença. Claro que você pode procurar conversar com um amigo ou até mesmo com um terapeuta, se preferir.

Diante do diagnóstico de câncer ocorrem diversas mudanças na vida de uma pessoa.


O tratamento ocasiona uma ruptura no curso normal da vida. Os hábitos e o cotidiano são alterados.


A tristeza é uma reação considerada normal para quem enfrenta esse diagnóstico, mas é necessário distinguir os níveis em que ela ocorre.


Esse processo é uma das partes mais importantes no cuidado de pacientes com câncer: saber identificar quando há necessidade de tratamento também para a depressão.


Algumas pessoas têm mais dificuldades que outras em lidar com a doença e o tratamento.

A não adaptação a essa condição pode resultar em uma depressão. Nesse caso, já não se trata simplesmente de estar triste ou desanimado.


Na depressão, há um comprometimento dos neurotransmissores responsável pelo funcionamento normal do cérebro (VARELLA, 2011).


Assim, deve procurar um psicólogo e/ou psiquiatra para que possa avaliar se de fato está com a doença.


Além disso, uma intervenção interdisciplinar (fisioterapeuta, nutricionista, educador físico...) poderá ajudá-lo.


Procure ajuda. Na Solus você não está sozinho!


Dica de filme:

Imagem: Divulgação / Disney Pixar

O filme DivertidaMente, sucesso de público e crítica da Disney e da Pixar, conta a história de Rilley, uma garota de 11 anos que enfrenta uma série de mudanças em sua vida.


A principal delas foi sair de sua cidade natal, no estado de Minnesota (EUA), para morar na longínqua cidade de São Francisco.


O enredo se desenrola dentro da cabeça da menina, onde cinco emoções — Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojo — são responsáveis por processar as informações e armazenar as memórias.


O desenho foi dirigido pelo americano Pete Docter, que procurou ajuda de psicólogos e neurologistas na preparação do roteiro.


Eles podem dizer muito sobre como você enxerga o mundo e lida com as coisas ao seu redor e suas emoções. Além disso, é muito divertido!


Adriana Paes

Psicóloga Clínica, Mestre em Educação

CRP 9093

R São Sebastião 867 - Juiz de Fora /MG  

Telefone: (32) 3512-3333

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